Nessa história recheada de música e com a energia do universo fonográfico do anos 70, invadimos os bastidores de uma banda de rock desdo seu inÃcio.
Essa foi a minha primeira leitura pelo site NetGalley e a segunda da autora Taylor Jenkins Reid, a primeira foi "O Sete Maridos de Evelyn Hugo", resenha em breve.
Essa foi uma feliz leitura, daquelas que você quer indicar para todo mundo, principalmente para os rockeiros. O livro me deixou presa do começo ao fim, e mesmo sendo um dos seus temas sensÃvel, a narrativa continua de uma maneira fluÃda. É um livro bem sonoro, é quase como se eu pudesse ouvir as vozes dos integrantes dando os depoimentos, com aquele corte bem de documentário. Fiquei com muita vontade de ter o disco Aurora para ouvir inteiro no repeat.
Gosto como as várias versões do mesmo fato constroem a história deixando para gente decidir em quem ou no que acreditar. Quando a história parecia caminhar para algo previsÃvel, eu fui surpreendida. Mesmo com uma protagonista tão incrÃvel que parece uma lenda, mantendo aquele esteriótipo da manic pixie dream girl tipo Ramona dos quadrinhos e filme Scott Pilgrim contra o mundo , não temos aquele par sem graça e que está em busca dessa salvadora. Temos personagens muito reais, ao ponto de querer pesquisar seus nomes no Google para saber mais.
Esse livro foi uma experiência, não só mais uma história. Você consegue se sentir nos bastidores do estúdio, nos quartos de hotel e nas coxias dos palcos. Mas apesar de toda loucura de uma banda de rock nos anos 70, essa história tem exemplos de amizade de aquecer o coraçãozinho. O principal romance desse livro são dos integrantes com a música. E como uma amante da música e de como a histórias das canções enriquecem suas notas, eu posso dizer que amei essa leitura.
Essa foi uma feliz leitura, daquelas que você quer indicar para todo mundo, principalmente para os rockeiros. O livro me deixou presa do começo ao fim, e mesmo sendo um dos seus temas sensÃvel, a narrativa continua de uma maneira fluÃda. É um livro bem sonoro, é quase como se eu pudesse ouvir as vozes dos integrantes dando os depoimentos, com aquele corte bem de documentário. Fiquei com muita vontade de ter o disco Aurora para ouvir inteiro no repeat.
Gosto como as várias versões do mesmo fato constroem a história deixando para gente decidir em quem ou no que acreditar. Quando a história parecia caminhar para algo previsÃvel, eu fui surpreendida. Mesmo com uma protagonista tão incrÃvel que parece uma lenda, mantendo aquele esteriótipo da manic pixie dream girl tipo Ramona dos quadrinhos e filme Scott Pilgrim contra o mundo , não temos aquele par sem graça e que está em busca dessa salvadora. Temos personagens muito reais, ao ponto de querer pesquisar seus nomes no Google para saber mais.
Esse livro foi uma experiência, não só mais uma história. Você consegue se sentir nos bastidores do estúdio, nos quartos de hotel e nas coxias dos palcos. Mas apesar de toda loucura de uma banda de rock nos anos 70, essa história tem exemplos de amizade de aquecer o coraçãozinho. O principal romance desse livro são dos integrantes com a música. E como uma amante da música e de como a histórias das canções enriquecem suas notas, eu posso dizer que amei essa leitura.
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Foi através do filme de 2005
Pela ótica de uma moça corajosa, a narrativa fala sobre as convenções sociais da época, mas também as critica. Com a escrita sagaz, com ótimas tiradas que Lizzy, os eventos acontecem de forma intrincada, um complementando o outro e se encaixando sem parecer conveniente ou forçado. Gosto de saber que esse texto foi obra de uma mulher que viveu há muito tempo e que parece tão atual mesmo agora depois de mais de 100 anos.
















